Páginas

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Não basta ser religioso


Não basta ser religioso;é necessário acontecer uma revolução psicossocial,abandonar preconceitos e, às vezes conceitos.
Pensar,refletir e agir na ética do mestre.
É irrelevante o homem falando de Cristo.
Ele nos deu uma visão completa da natureza humana.
O homem falando de Cristo é um discurso não vivenciado(Omnis homo mendax).
Cristo falando do homem é a mais sublime sabedoria encarnada.
Acredito que algum dia; poderemos falar de Cristo com as nossas atitudes.

Ismael Gouvêa

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O paradoxo do nosso tempo

O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos. Temos casas maiores e famílias menores;mais medicina, mas menos saúde. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma irresponsável, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente pensamos... Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita frequência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida á extensão de nossos anos. Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra no lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar. É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Del.

domingo, 30 de outubro de 2011

Na vida ninguém está pronto, ou seja;todos estão aprendendo.

"Na vida ninguém está pronto, ou seja;todos estão aprendendo.
 Às vezes queremos que o próximo se enquadre em nossos padrões e,isso é inaceitável.
Quando uma atitude é  realmente digna de ser copiada,não precisamos impor". Ismael Gouvêa

O que esperamos?

Na vida não conseguimos o que queremos,mas sim o que esperamos. Ralph W. Emerson disse: O que você pensa;você cria. O que você sente,você atrai. O que você acredita; torna se realidade.

sábado, 29 de outubro de 2011

O homem é um ser de desejo

O homem é um ser de desejo,ou seja;é como um filho que foi criado sem pai,mas ele sabe que o pai está em algum lugar. Somos um filho a procura do pai que está em algum lugar . Cada um busque da maneira que lhe for aprazível. Exalto ao Deus Vivo dentro de mim.

Existe à nossa disposição um universo infinito de possibilidades.

São seis galáxias para cada habitante do planeta. O nosso planeta é uma pequena porção de poeira em nossa galáxia. Pense e reflita na imensidão e expansão do universo. Existe à nossa disposição um universo infinito de possibilidades. Ismael Gouvêa

A fé e o ateísmo é algo subjetivo.

O ateu intolerante e o religioso intolerante tem algo em comum;ambos vivem nos extremos. O ser humano tem o direito de seguir o que quiser; a fé e o ateísmo é algo subjetivo. Algumas pessoas encontraram sentido na religião e, outras no ateísmo, é pessoal. Porém; eu acho a fé mais saudável.

Ismael Gouvêa

O SÁBIO

Preciso mudar a minha maneira de ser.
Não quero ser o que sempre fui.
afinal;não quero continuar na mesmice.
Difícil não é vencer o mundo.
Quem consegue controlar a sua própria vida é um sábio;
controlar impulsos,desejos,vontade de falar ou emitir opiniões.
Quem consegue lidar com insultos,confrontos ou adversidades;
merece ser ouvido em qualquer lugar do mundo.
Mas;sigo nessa caminhada sem desistir de ser um mestre da emoção.
Não quero mais saber se tenho direito,razão ou certeza.
Como disse um sábio anônimo:
"Não há razão alguma para ser arrogante".

Ismael Gouvêa

domingo, 1 de maio de 2011

Penso,logo existo...René Descartes

Penso,logo existo...
Mas o problema que Descartes nos oferece é a duvida.
Ele resolveu que iria tentar duvidar de tudo.
Ele indicou que tudo que a gente vê e percerbe; somente vê INDIRETAMENTE.
Seus olhos podem se enganar. Quantas vezes vimos, mas quando nos aproximamos; notamos que tinha visto errado.
Vemos o arco-íris, mas o arco-íris não existe.
Ele é uma ILUSÃO OPTICA então, Descartes resolvera duvidar de tudo mas;a única coisa que ele não conseguiu duvidar foi da existência dele mesmo.
Porque na hora que ele resolveu duvidar de sua própria existência;ele concluiu que para poder duvidar ,tem que existir alguém que duvida e, esse alguém era ele.
Porque tem a capacidade de propor a ideia da dúvida dele mesmo, ele teve que concluir que porque ele pensa, ele existe.

sábado, 23 de abril de 2011

A relação entre filosofia e bem- estar

Que relações podemos estabelecer entre filosofia e bem-estar? Se os filósofos são os representantes da inquietação, do questionamento, da dúvida, de que maneira poderiam contribuir para nosso bem-estar? Como, em situações de crise existencial, a filosofia poderia nos auxiliar a lidarmos com nossas questões? Não é ela quem cumpre o papel de retirar a estabilidade do universo, de provocar o movimento? É possível conciliar bem-estar e a instabilidade característica do constante questionamento filosófico? Seja a filosofia o que for, está presente em nosso mundo e a ele necessariamente se refere.
(...)
Quem se dedica à filosofia põe-se à procura do homem, escuta o que ele diz, observa o que ele faz e se interessa por sua palavra e ação, desejoso de partilhar, com seus concidadãos, o destino comum da humanidade.

(Karl Jaspers)
Quando pensamos em bem-estar, vem-nos a ideia de estabilidade, de equilíbrio, de solução das crises, de ausência de problemas ou ao menos o conhecimento e o domínio de formas para lidar com os eles. Em contrapartida, associamos mal-estar a momentos em que não sabemos quem somos, como devemos agir, o que podemos fazer. Nesses momentos ocorre como se não pudéssemos decidir, escolher, como se não fôssemos autônomos em nossos posicionamentos. Às vezes nos perdemos de nós mesmos, noutras vezes buscamos desesperadamente uma resposta.

Nessa busca, muitas formas de ajuda se colocam. Entre elas, a de um amigo que nos ouve sem nos interromper, que nos acolhe sem nos julgar, sem, de imediato, dizer que estamos errados, que a vida não é assim, que criamos uma expectativa ideal, que não nos adaptamos, que exigimos demais, que trabalhamos demais, que somos desmedidos, que nossa loucura, insanidade ou insensatez atingiu níveis descontrolados, que somos insensíveis, irracionais, egoístas e outras observações que não nos ajudam, e sem as quais talvez estivéssemos mais próximos de um bem-estar.

Filosofia clínica

Nos consultórios de filosofia clínica, encontramos pessoas em busca desse amigo, em busca de si mesmas, de suas próprias vidas, tentando organizar suas ideias, avaliar as situações por si mesmas e, a partir disso, reencontrar sua autonomia. O filósofo clínico posiciona-se como esse ouvinte atento e acolhedor, com abertura suficiente para não julgar, com disposição para provocar o pensar sem aconselhar, sem apresentar respostas prontas. Ele é alguém interessado e disposto a conhecer o ser humano que o procura, alguém com quem se pode pensar junto, alguém que respeita profunda e absolutamente a legitimidade de cada um ser o que é.
Mas como a filosofia se tornou uma atividade terapêutica? Poderia a filosofia auxiliar alguém a lidar com suas crises? Como conceitos e sistemas filosóficos poderiam levar uma pessoa a reencontrar sua autonomia? De que maneira os ensinamentos dos antigos filósofos poderiam ser úteis para a vida contemporânea? A Lógica aristotélica, a Dialética hegeliana ou o Cogito cartesiano poderiam ser terapêuticos? Os sistemas filosóficos são, muitas vezes, contraditórios entre si. Com qual sistema trabalhar para auxiliar a pessoa a encontrar seu bem-estar?
Não se trata de escolher, nesta atividade terapêutica, entre os diferentes sistemas filosóficos, um que possa oferecer soluções, respostas à pessoa. A filosofia não oferece soluções ou respostas prontas. Ela é muito mais uma atitude, uma postura diante da vida. Um questionamento sobre o que são as coisas? Como são? Por que são? E, principalmente, sobre possibilidades de outros modos de ser.
No consultório dos filósofos clínicos, as questões do cotidiano são enfrentadas não com um sistema filosófico, mas com métodos filosóficos: das lógicas à metafísica; da epistemologia à filosofia política; da ética à estética; dos Pré-Socráticos aos contemporâneos, a filosofia é exercitada em atitude, construindo conceitos a partir de nosso próprio tempo, de nossa cultura, de nossa realidade. A atitude filosófica exige que se questione o que parece óbvio, que se pense em possibilidades, que se recorte, articule e sobreponha os elementos, construindo conceitos.
Equilíbrio integral
A ideia de colocar a reflexão filosófica a serviço da atividade de ajuda-ao-outro não é novidade. Na Antiguidade, a concepção de universo como cosmos, como ordenação, permitia que se buscasse uma ordem universal à qual o indivíduo se harmonizaria, promovendo assim, a saúde - que era sinônimo de equilíbrio integral entre mente, corpo, sociedade e natureza. A doença era sinal de um desequilíbrio que necessitava ser restaurado. A função do filósofo era buscar o conhecimento e, com ele, restaurar o equilíbrio. O bem-estar estava intimamente relacionado à conquista do equilíbrio, advindo do conhecimento de si e do cuidado de si, mas cuidar de si significava cuidar da polis, ou seja, pensar não apenas no indivíduo, mas num indivíduo em relação com a sociedade e com a natureza.

No século XX, passadas as Revoluções Científicas ocorridas na Modernidade, propostas as teorias da relatividade e do quantum, questionados os princípios da lógica-clássica passando a considerar-se a contradição, a complexidade, os vários planos de realidade, o terceiro incluído, não é mais possível pensar no universo como cosmos, sendo mais apropriado concebê-lo como caos. Contudo, o conceito de saúde como equilíbrio, presente na Antiguidade e substituído na Modernidade pelo conceito de "ausência de doença", é resgatado, buscando-se novamente a saúde como equilíbrio. A OMS (Organização Mundial da Saúde) define como saúde o "completo bem-estar bio-psico-social".
Na Antiguidade esse equilíbrio era pautado pela ordem do cosmos, e hoje, como nos equilibrar diante de um universo caótico? É preciso construir esse equilíbrio considerando as constantes relações entre as estruturas internas do sujeito e o mundo circundante, que geram um incessante movimento tanto no sujeito quanto em seu entorno. Dessa forma, apesar dos conceitos de universo, de sociedade, de ser humano serem distintos, a atitude e o papel da filosofia mantêm-se os mesmos: conhecer para cuidar. Contudo, uma vez que não possuímos uma ordem cósmica ou divina que nos sirva como padrão, como pensar esse equilíbrio?
"Bem-estar é encontrar o equilíbrio no movimento da vida. É conhecer a si mesmo e a seu entorno, é ser capaz de situar-se diante das mais diversas circunstâncias" Se afirmarmos que o parâmetro para encontrarmos nosso equilíbrio está na subjetividade, corremos o risco de construirmos uma sociedade excessivamente egoísta, egocêntrica, onde há um sujeito que detém o saber e o impõe aos demais. Ou onde há vários sujeitos que possuem o saber, cada qual a seu modo, e destroem-se uns aos outros em guerras cujo único objetivo é a autoafirmação.
Mas se conseguimos pensar que o parâmetro está num sujeito inserido no mundo, em relação com outros sujeitos; se conseguimos observar as constantes relações entre a estrutura interna desses sujeitos e seu entorno e estabelecemos como parâmetro ético a aceitação da legitimidade do outro - ainda que inteiramente diferente do eu, torna-se possível pensar na construção de um equilíbrio com flexibilidade, com mobilidade suficiente para lidar com a diversidade e com a singularidade. É essa postura de abertura ao diálogo, de respeito à legitimidade do outro em sua singularidade, de construção constante de modos de ser saudáveis - porque equilibrados e em movimento, que caracteriza a atitude filosófica presente na filosofia clínica.

Por que filosofia clínica?
Ela é chamada clínica considerando o sentido originário do termo grego, onde Klinikos, Kline, corresponde ao leito do enfermo. A clínica médica, desde a Antiguidade, caracteriza-se por observar o leito do paciente, ou seja, o ser humano a receber cuidados. Os textos da escola hipocrática destacam a importância do médico conhecer o contexto desse paciente: as águas, os ventos da região; os hábitos da sociedade e do indivíduo, tendo como objetivo restaurar o equilíbrio perdido. Para tal, era fundamental conhecer os elementos internos ou externos ao paciente, prováveis causadores desse desequilíbrio. Para a escola hipocrática, da mesma forma que para a concepção socrático-platônica, um ambiente desequilibrado ou uma sociedade desequilibrada gerariam desequilíbrios na mente e no corpo de seus cidadãos.
Considerando a clínica como uma terapêutica que possui como centro a pessoa e não a doença; considerando a filosofia como uma atitude de construção de conceitos a partir de um problema de uma realidade singular, a filosofia clínica coloca-se como uma terapêutica centrada na pessoa e no respeito à sua singularidade, dispondo-se a pensar sobre o problema apresentado pela pessoa, a partir do plano de realidade singular daquela pessoa.
Entre as atividades de ajuda-ao-outro, a filosofia clínica destaca-se por não trabalhar com teorias prévias, tipologias ou conceitos de normalidade. Aquele que procura ajuda é a medida, e como medida é quem determina de que maneira poderá ser auxiliado. Pensar junto com o outro é o trabalho do filósofo clínico, norteado pelo respeito à legitimidade do modo de ser deste outro.

Partilha
O que busca ajuda é chamado partilhante, porque é aquele que partilha, que toma parte em, que participa ativamente de todo o processo clínico, compartilhando sua vida e suas questões com o filósofo clínico. Por sua vez, o filósofo clínico acolherá o partilhante e suas questões e partilhará com ele o conhecimento produzido pela filosofia, auxiliando-o a refletir sobre suas questões e dificuldades, a levantar e estudar possibilidades, a definir, construir e percorrer caminhos. Não se trata de teorizar sobre o sofrimento alheio, mas de auxiliar o outro a lidar com suas questões, diante das circunstâncias e possibilidades existentes.
Cabe destacar que o filósofo clínico conhece os limites e especificidades de sua atuação e, caso identifique sinais e sintomas que indiquem a necessidade de um trabalho interdisplinar (o que estuda durante sua formação), encaminhará - mesmo que por precaução, para mera exclusão de possibilidades, ou ainda para um trabalho interdisciplinar - o partilhante para um profissional competente naquela área de atuação.
O resgate do papel terapêutico da filosofia é iniciado na década de 80, com o movimento denominado filosofia prática. Seu ponto de partida é um questionamento: se a psiquiatria e a psicologia utilizam a filosofia em seus métodos, por que um filósofo não poderia utilizar a metodologia própria da filosofia para ajudar as pessoas em suas questões cotidianas? O filósofo assume a função de cuidador, investido do conhecimento produzido em toda a história da filosofia.
No Brasil, o filósofo gaúcho Lúcio Packter, inspirado no trabalho da filosofia prática, propôs a filosofia clínica: um instrumental específico, próprio, adequado à realidade brasileira, e diferente dos trabalhos em filosofia prática. Packter recorta e seleciona do conhecimento filosófico, a metodologia necessária para desenvolver a atividade de ajuda-ao-outro, organizando-a de maneira flexível, de modo que não construiu uma teoria adequada a diversas pessoas, mas um instrumental de pesquisa que permite a construção do trabalho para cada pessoa em especial.
Neste trabalho, o bem-estar é bem-estar subjetivo. Não é uma situação estática de acomodação; não é o resultado de um processo alienante. O bem-estar é encontrar o equilíbrio no movimento da vida. É conhecer a si mesmo e a seu entorno, é ser capaz de situar-se diante das mais diversas circunstâncias, é construir a si mesmo e ao mundo com autonomia, responsabilidade e respeito às necessidades da existência num mundo em constante movimento. É tomar para si a tarefa de construir seu próprio modo de ser.

As diferenças entre Religião e Espiritualidade

As diferenças entre Religião e Espiritualidade

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: aprende com o erro.

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualide nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna..
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

Breve reflexão sobre o judaísmo

Breve reflexão sobre o judaísmo
"Ab reshit bara Elohim et hashamayim ve'et ha'arets." ("O pai do princípio criou Elohim os céus e a terra") - Bereshit/Genesis

No trecho acima vemos "Deus" sendo chamado de "Elohim", que é uma forma plural de "EL"("Deus") mas é aplicada num contexto singular, a um ser especifico. Isso de certa forma anula a idéia de um ser antropomórfico e pessoal, ao mesmo tempo que afirma a posição de que a Torah descreve a expressão de forças naturais que se manifestam segundo uma lógica pré-estabelecida. Não estavam, afinal, os teólogos do passado especulando ao acaso e sim fazendo filosofia(e muitas vezes são tratados pejoratvamente como "pré-filosóficos").

Comentários:

Superação do Ateísmo

De certa forma isso ajuda a compreender o que Karl Marx quis dizer com "superação do ateísmo" e de seu caráter de negação - eis a síntese. Esse tipo de concepção supera o ateísmo sem negar a racionalidade ou materialismo filosófico.

Religião e comunidade

O texto me remete ao fato que a religião judaica, com seus ritos e tradições, serve especialmente como elemento de coesão da comunidade judaica, cria uma psiquê coletiva(o próprio "ELOHIM" como egrégora do povo judeu?), um ethos predominante - "o povo escolhido".

Somos todos "ateus" afinal?

O escrito também demonstra que a religião(pelo menos no caso) não se trata de um conjunto incoerente de invenções feitas ao acaso ou simplesmente como mera expressão de costumes tribais - é também uma forma distinta de lidar com o conhecimento. Lembro-me inclusive da "religião de Einstein", uma forma de panteísmo onde o caráter religioso não estava em "criar um ser superior" e sim encarar a natureza como tal e manter uma relação, diremos, distinta com a mesma. Ao mesmo tempo que define-se a incognoscível e onipotente(porque tudo o que é possível está dentro do "natural) lógica da natureza(que apesar de podemos conhcer seus mecanismos dificilmente responderemos "porque tudo é assim?"), cria-se um arquétipo, o perfil da "força suprema" que serviria de exemplo para os homens. O "Big Bang" e a evolução não são mais que forças da natureza "criando" o universo(e não um "design inteligente").

sábado, 19 de fevereiro de 2011

7 CARACTERISTICAS DE PESSOAS BEM SUCEDIDAS.


O que faz uma pessoa ser bem sucedida? Vários fatores contribuem para que isso aconteça. Mas existem algumas características que essas pessoas têm em comum. Veja, abaixo, quais são elas:

1 – Todas elas trabalharam duro para chegar lá. Não há dinheiro fácil no mundo. O sucesso exige trabalho duro, e só é alcançado pelos que se dispõem a enfrentar esse trabalho.

2 – Pessoas bem sucedidas são honestas. O sucesso por meios desonestos dura pouco. O vendedor mentiroso e enrolador pode garantir a primeira venda, mas certamente nunca irá criar uma clientela…

3 – Pessoas bem sucedidas são perseverantes. Tentam até conseguir.

4 – Pessoas bem sucedidas são, na maioria das vezes, amigáveis e gostam de pessoas. É isso que permite que tenham facilidade em estabelecer contato e em liderar outros, quando necessário.

5 – Pessoas bem sucedidas gostam de aprender novas coisas. Durante toda a vida. Aprender significa crescer.
Curiosidade intelectual é a chave para uma das maiores vantagens na competição profissional – a informação atualizada. Aprender significa não só adquirir novos conhecimentos profissionais. Significa, também, aprender com os próprios erros.

6 – Pessoas bem sucedidas sempre entregam mais do que prometem. Essa é uma regra de ouro – prometa a menos, entregue a mais. Assim, você não cria expectativas desnecessárias. E, ao entregar o que prometeu, causará uma agradável surpresa ao entregar mais do que prometeu.

7 – Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções – enquanto o resto se queixa…